Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2007 - 23:40h
Muitas pessoas são ligadas em datas. Eu achava que não.
Muitas pessoas costumam decorar aniversários, celebrações, números toscos de outras pessoas, a identidade do seu ex-, o número do primeiro vôo que fez com seu grande amor.
Sempre me pareceu irreal. Não sou dos números. Sou das palavras.
Assim, desenvolvi uma habilidade inutil de decorar textos, frases, ditos e provérbios.
Que acumulam minha cuca, me fazem rir de mim, dos outros. Confere um pouco de leveza.
Não dá para se levar a sério.
Frasista. Isso é coisa que vem minha avó materna, uma pessoa peculiar que eu só descobri há pouco na fragilidade.
Mas, isso é outra história, um capítulo à parte.
Para marcar o início dessas abobrinhas que vou escrevendo aqui, assim sem data certa ou horário, numerário ou frequência.
Vou recorrer uma frase que é corrente na minha vida na forma como eu conheço hoje, mas, se alguém lembrar, escreve também na minha lápide no dia que o mundo se encher de toda essa minha verve autoreferencial, e quem sabe, persnóstica:
"O indivíduo que esboçar um esgar de inteligência há de ser, sempre, um solitário e um escorraçado. Um idiota está sempre acompanhado de outros idiotas. Mas nenhum ser é menos associativo do que o inteligente"
Porque só você, Sr Nelson Rodrigues, que me entende........
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário