HOJE, o povo argentino conhecerá seu novo presidente. Em realidade, presidenta.
Cristina kirschner, mulher de Nestor, atual presidente, representa uma retomada do poder feminino na escalada máxima ao poder latino.
O poder aqui é o governo da argentina, um país machista (sic), endividado e em dito conflito moral e social.
Sua oponente, a candidata do outro partido - que eu não sei o nome – é também uma mulher, a cara da Paula Saldanha, aquela apresentadora gordinha que figurava na tela da TVE por anos a fio.
O que nos coloca em contradição estética-social. (risos)
Cristina, a candidata com a grande maioria das preferências de voto é morena.
Uma mistura da nossa quase Miss, Nathalia, com um pouco da Bonequixa.
Se nos afastarmos do clichê de que as loiras têm mais poder, não dá para entender por que, Cristina, a luz por trás de um homem apagado, vai ganhar.
Pensando nisso e ouvindo as chamadas da Globosat sobre o assunto, pensei que vivemos em um mundo cada vez mais misógino. (é português, está no dicionário, se quiser eu provo)
Não que o grupo de tv, que aliás, tem um canal dedicado à mulher queira isso. Não sei disso.
As chamadas veiculadas elevavam ao tom de fábula a conquista política de Cristina. Que é “bela, vaidosa e seduziu a todos na escalada do poder”, algo assim.
Corta para o comercial.
E vem, “Assista a entrevista de XPTO (não me lembro o nome) que foi molestada na infância e chegou ao poder do país.....”
Fiquei pensando. Será que precisamos depreciar as mulheres (um pouco e disfarçadamente) para respeitá-las ou quem dirá entendê-las ?
Respondo (acho) no próximo post
domingo, 28 de outubro de 2007
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2 comentários:
tst tst tst... "misógino" não é uma palavra assim tão desconhecida... a não ser que você tenha conhecido há pouco...
Maradoooonaaaaaa!!!!!!!
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